Mas antes deste evento aconteceram as Conferências Estaduais onde foram debatidos os temas relativos, a Habitação, Saneamento Ambiental, Transporte e Mobilidade Urbana e Planejamento Urbano e também eleitos os Delegados que representarão os seus Estados nesta 4ª Conferência Nacional, onde também será eleito um novo Conselho com mandato de 3 anos.
A criação do Conselho das Cidades (ConCidades), no ano de 2004, representa a materialização de um importante instrumento de gestão democrática da Política Nacional de Desenvolvimento Urbano - PNDU, em processo de construção. Ele é um órgão colegiado de natureza deliberativa e consultiva, integrante da estrutura do Ministério das Cidades e tem por finalidade estudar e propor diretrizes para a formulação e implementação da PNDU, bem como acompanhar a sua execução, este Conselho é composto por 172 membros entre titulares e suplentes.
Ele viabiliza o debate em torno da política urbana de forma continuada, respeitando a autonomia e as especificidades dos segmentos que o compõem, tais como: setor produtivo; organizações sociais; ong’s; entidades profissionais, acadêmicas e de pesquisa; entidades sindicais; e órgãos governamentais das 3 esferas.
Sendo assim, o Ministério das Cidades designou que os membros da Comissão Organizadora acompanhassem as Conferências Estaduais com objetivo de subsidiarem as mesmas e ao mesmo tempo validarem a sua realização e que dirimissem quaisquer problemas ou dúvidas que surgissem, além de realizar palestras que orientassem os trabalhos das conferências.
E o MONAMPE por meio de seu representante Wanderley de Oliveira no Conselho Nacional das Cidades, e que é da FEMICRO-ES, esteve participando das Conferências nos seguintes Estados: Amapá, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Pernambuco, onde além de realizar palestras, aproveitou para se reunir com empresários de micro e pequenas empresas que foram eleitos delegados em seus municípios para as conferências de seus Estados a fim de conversar e divulgar o MONAMPE e incentivar a criação de AMPES em seus municípios, fato este que teve boa receptividade, inclusive já encaminhado para vários destes empresários de micro e pequenas empresas modelo de Estatuto.





